Instituto Socioambiental Árvore

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Instituto Árvore

Nossa História

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Em 2003, celebrou-se o Ano Internacional da Água Doce, lançado oficialmente no dia 12 de dezembro de 2002, em uma Conferência das Nações Unidas em Nova York, o Ano teve como objetivo aumentar a consciência sobre a importância da proteção e gerenciamento da água doce. Logo após o Dia Internacional da Água, 22 de março de 2003, motivados pelos diversos acontecimentos acerca do tema, especificamente em 25 de março do corrente ano, um grupo de jovens universitários de Sergipe, idealizaram o Instituto Socioambiental Árvore, que na época de sua idealização e fundação denominava-se Centro de Pesquisas e Estudos Científicos e Sociais (CEPECS). A organização foi oficialmente fundada em 05 de julho do Ano Internacional da Água Doce.

 

Conscientes da fragilidade do Terceiro Setor no Estado de Sergipe, da falta de articulação de suas organizações, bem como da pouca oferta de capacitação, os voluntários do Instituo Árvore realizaram a I Semana do Terceiro Setor de Sergipe, o evento ocorreu no período de 15 a 19 de setembro de 2003, no auditório da Faculdade de Sergipe. Como resultado do evento, a organização conseguiu consolidar sua participação nos debates da sociedade civil do Estado.

 

O início da capacitação técnica da equipe deu-se através da elaboração do “Projeto União Pelas Águas”, que foi submetido ao edital do Programa Petrobras Ambiental. Infelizmente, o projeto não foi aprovado para financiamento, no entanto a ocasião gerou impactos positivos no trabalho em equipe e na percepção da importância de realização de diagnósticos durante a elaboração de projetos.

 

O ano de 2004 foi marcado pelos debates sobre as Políticas Públicas de Juventude, e principalmente da participação dos mesmos como atores socioambientais, melhorando a realidade local, e global como um todo. Neste contexto, os voluntários do Instituto Árvore atuaram no desenvolvimento de palestras e debates por todo Brasil.

 

As articulações e mobilizações em nível nacional com outros jovens e organizações geraram demandas, e como conseqüência a realização do I Congresso Brasileiro de Empreendimentos Sociais Sustentáveis, evento realizado na cidade de Pirambú (SE), no período de 17 a 23 de julho de 2005. Esta ação contou com a participação de 90 (noventa) jovens advindos de todo Brasil.  

 

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No mesmo ano iniciou-se uma fase de preparação para projetos futuros, com o desenvolvimento de pesquisas em parceria com Instituições de Ensino Superior lotadas neste Estado, uma delas foi denominada “Ecoturismo na Floresta Nacional do Ibura como potencial fomento de Sociedades Sustentáveis”, que resultou na conclusão de que a implantação do ecoturismo de base comunitária pode elevar o nível de relacionamento das dimensões da sustentabilidade ao ponto de transformar as comunidades do entorno do Ibura em sociedades sustentáveis.

 

O envolvimento com a temática levou a organização a realizar o I Fórum Nordestino de Ecoturismo, que teve como tema “Ecoturismo e o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca”, esta e outras atividades socioculturais aconteceram na cidade de Aracaju, Estado de Sergipe, no período de 12 a 15 de outubro de 2006.

 

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O Fórum Nordestino de Ecoturismo é considerado um evento aberto de pequeno porte pela quantidade de adesões, que giram em torno de 150 participantes diretos, porém o evento tem abrangência nacional, e desde seu lançamento tem a perspectiva de ocorrer bianualmente. O evento teve o objetivo científico de apresentar, analisar e discutir trabalhos, projetos e ações ligados ao Ecoturismo e assuntos relacionados.

 

Em 2007, a equipe trabalhou com ações de Educação Ambiental focadas na sensibilização para a questão do Aquecimento Global e Energias Alternativas, participando de diversos debates e mobilizações. Além disto, investiu-se na capacitação da equipe em cursos de pós-graduação. E finalmente no projeto de criação da Revista Nordestina de Ecoturismo.

 

[CONTINUIDADE ATÉ OS TEMPOS ATUAIS]