Instituto Socioambiental Árvore

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Instituto Árvore

Revista Nordestina de Ecoturismo é lançada

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A organização não-governamental sediada em Aracaju, Instituto Socioambiental Árvore, derrubou barreiras e inovou lançando na última sexta-feira, 05, a primeira revista científica sobre ecoturismo do Brasil.

 

A Revista Nordestina de Ecoturismo é um periódico eletrônico de publicação semestral em língua portuguesa que tem por objetivo promover discussões, disseminar idéias e divulgar resultados de pesquisas (com enfoques locais, regionais e nacionais) relacionados à temática do ecoturismo, da educação e percepção ambiental e da conservação da natureza.

 

O periódico recebe trabalhos de caráter científico, filosófico e técnico nas seções Artigos, Resenhas, e Anais (resumos), tendo como principal público-alvo estudantes, professores e pesquisadores em geral. A revista faz parte do Programa de Educação Socioambiental do Instituto Árvore, contribuindo com sua missão de construir Sociedades Sustentáveis.

 

De acordo com Carlos Eduardo Silva, editor da Revista, no mundo inteiro existem conflitos entre o desenvolvimento de atividades econômicas e a conservação da natureza, e neste contexto, o ecoturismo surge como uma alternativa econômica que garante a conservação da natureza e melhora a qualidade de vida das comunidades de entorno, fazendo com que a revista tenha papel fundamental na evolução e no fortalecimento desta alternativa para toda sociedade global, além de oportunizar a publicação de diversos trabalhos que estão sendo produzidos no Brasil.

 

 

Lançamento oficial 

 

A primeira edição da revista já está disponível no site da organização. O lançamento oficial desta edição será realizado no II Fórum Nordestino de Ecoturismo que ocorrerá entre os dias 16 e 19 de outubro do presente ano, na Universidade Tiradentes (UNIT). Tanto o II Fórum como a Revista foram idealizadas como forma de presentear a sociedade pelos cinco anos de existência do Instituto Árvore, fazendo com que o público perceba a necessidade de começar a agir em pró da construção de Sociedades Sustentáveis.

 

Os trabalhos aprovados e apresentados no II Fórum Nordestino de Ecoturismo serão publicados na segunda edição da Revista Nordestina de Ecoturismo. Para saber mais informações, basta entrar no site www.arvore.org.br/ecoturismo

 

 

 

05 de Junho: Dia Mundial do Meio Ambiente: E agora, José?

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Tsunamis, avanço do mar, calor excessivo. Aquecimento global. Sem sombra de dúvidas esse é o assunto da vez, ou “bola da vez”, como dizem, onde todas as mídias estão debatendo e discutindo sobre o tema. Mas, o problema é: Ninguém vai se mobilizar para agir a favor dos problemas ambientais para a partir dai, quem sabe, a situação ficar amena?

 

É engraçado. Todos falam sobre o assunto, mas ninguém faz nada, a não ser organizações não governamentais e/ou grandes empresas que estão começando a mudar sua forma de consumo e de trabalhar para tentar diminuir os problemas, mas a sociedade em si praticamente não se mobiliza ou não percebe o quanto é importante começar a melhorar sua forma de agir.

 

Em Aracaju, os problemas ambientais estão se tornando evidentes a cada dia que passa. O mais recente e que está tornando manchete de todos os jornais diários é o avanço do mar sobre a orla da capital que não só está atrapalhando o comércio dos bares da orlinha da Coroa do Meio, como também a praça de evento da Orla da Atalaia, onde o mar quebrou a passarela que antes era usada para a sociedade chegar até a praia; a pista que os carros eram estacionados e a própria natureza local está sendo prejudicada, uma vez que coqueiros e vegetação foram levados pelo mar. Além, da questão polêmica do bairro Jardins, onde há 10 anos atrás era área de manguezal, e hoje, é cercada por arranha-céus.

 

Esse fato deixa claro, que as coisas estão mudando. Na verdade, a natureza está agindo como ela sempre agiu, e, a população precisa cuidar do que é seu e não jogar lixo na rua, no mar, em esgotos; gastar muita água; usar muito o ar-condicionado; utilizar tanto os carros, pois esses emitem uma quantidade de poluentes enormes e por aí vai. Se as pessoas começarem a mudar seu modo de viver com certeza o desequilíbrio ambiental tenderá a ser menor.

 

Agora, a culpa não é da natureza que está se rebelando contra o homem, e sim, a natureza se rebelando contra os males que o homem causa a ela. Por isso, que é preciso que escolas, universidades, empresas e as famílias percebem essa necessidade de mudar seu consumo e seus hábitos, pois será a partir dessas mudanças que as positivas vão acontecer e amenizar as negativas.

 

E agora, José? Vamos mudar? Ou vamos continuar mal tratando nossa terra? Pense nisso.

 

 


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