ECONOMIA COLABORATIVA: ENTENDA O CONCEITO E COMO ISTO PODE MUDAR SUA EMPRESA

A economia colaborativa é uma solução que, muitos acreditam, vem na contramão do capitalismo, mas pelo contrário, ele humaniza as relações e faz do capitalismo algo menos predatório, além de colaborar para a qualidade de vida e o sucesso das pessoas como um todo.

Ao entrar no conceito de colaboração, as empresas deixam de “fechar suas portas”, limitar acesso e conhecimento deixa de ser uma forma de monetizar seu produto.

Esta batalha continua sendo histórica, com as grandes empresas perdendo terreno para a liberdade de troca de conteúdo da internet e a facilidade de financiar projetos que parecem interessantes (o crowdsourcing, assunto que já abordamos aqui, é um dos maiores expoentes da economia colaborativa) fazem com que o mercado comece a se voltar mais para micro demandas especializadas do que macro demandas generalistas.

Vamos falar mais desta nova possibilidade que surge como uma opção para o mercado atual e quais as vantagens que podemos ter, tanto como clientes e como quanto empreendedoras.

Pagar pelo uso ao invés da posse

Um dos maiores diferenciais da economia colaborativa é uma diminuição na necessidade da propriedade para o uso.

Os empréstimos e aluguéis de bens duráveis são uma vantagem que já está em alguns lugares, como por exemplo, aluguel de bicicletas feitos pelo Metrô e pelo Itaú.

Por meio de um cartão de crédito é feito um seguro da bicicleta e a pessoa é tarifada pelo tempo de uso da mesma, usando inclusive, no caso do Itaú, um serviço totalmente informatizado, baseado no cartão do próprio banco.

O digital também está cada vez mais inserido no dia a dia empresarial com o surgimento do cartão digital interativo.

Existem notícias de que, em alguns países, a Toyota está alugando os carros de concessionárias (aqueles usados para test drive) como forma de monetização, já que nestes lugares, a compra de automóveis estava muito baixa.

Além disso, existem diversos aplicativos de carona coletiva, o chamado couchsurfing (alojar pessoas de uma mesma comunidade online na sua casa, enquanto elas estão em viagem) e uma interminável série de outras iniciativas que podem ser enquadradas dentro de uma economia colaborativa, embora não envolvam nenhum pagamento obrigatório.

Como isto pode ajudar a minha empresa a se desenvolver?

Para o micro empreendedor, este tipo de cenário é excelente, pois ele diminui o poder das grandes empresas multinacionais e permite que pequenas iniciativas, que tenham público que dê suporte e estão satisfeitos com o negócio, possam fazer com que sua idéia decole.

Desta forma, você pode se tornar a chamada empreendedora em série, que se ocupa apenas de estruturar e vender negócios de sucesso para pessoas interessadas em ter um negócio próprio.

Outra forma interessante de usar a economia colaborativa ao seu favor é usá-la como forma de divulgação da marca. Se em algum momento você disponibilizar um serviço diferenciado de forma mais barata ou até gratuita (contando como um investimento em mídia, neste caso), você tem grande possibilidade de acionar a mídia local e conseguir um pouco de mídia espontânea para a sua marca, além de criar um relacionamento diferenciado da sua empresa para com os clientes.

Como esta é uma tendência nova e muito pouco explorada aqui no Brasil ainda, queremos saber também das suas experiências com esta tendência. Compartilhe conosco!

Outubro Rosa Conscientização – Cinco doenças comuns entre as mulheres que podem ser prevenidas

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Cinco doenças comuns entre as mulheres que podem ser prevenidas

Apesar do cuidado diário que muitas mulheres costumam ter com o seu corpo, algumas doenças as vezes são inevitáveis e não podem ser controladas, seja por fatores hormonais, genético ou outros inúmeros.

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Por conta disso, esse texto vai te mostrar quais são as cinco doenças mais comuns em mulheres, tal como seus sintomas e tratamentos. Quer saber mais? Acompanhem comigo.

Candidíase

Doença muito comum em mulheres, a candidíase é provocada por fungos e apesar de ser vaginal, não é uma DST, mas pode ser transmitida ao parceiro. Muitas vezes é causada por conta de baixa imunidade , falta de hormônios e uso de antibióticos.

Essa doença pode causar uma ardência no momento de urinar e ainda provocar uma secreção com forte odor, na região da vagina, o que pode ser um incômodo grande no cotidiano de qualquer pessoa que sofra com essa enfermidade.

Além disso, outro efeito colateral dessa doença é a coceira que ela apresenta, podendo ser tratada por meio de medicamentos ou ainda cremes.

Cistite

A cistite nada mais é que uma inflamação na bexiga e, geralmente sua causa é uma bactéria conhecida por E. Choli, o qual, tenha entrado no sistema feminino. Esse tipo de enfermidade pode causar uma série de efeitos colaterais, como uma grande vontade de fazer xixi e ardência no momento de urinar.

Para evitar essa doença, o mais recomendável é trocar sempre o absorvente, evitar o uso de roupas apertadas na região do útero e usar o papel higiênico sempre de frente para trás.

Endometriose

Cientificamente, podemos falar que a Endometriose ocorre quando há células endometriais do lado de fora do útero, ou seja, em outras regiões do corpo, como por exemplo no ovários e nas trombas de falópio.

Seu diagnóstico se dá com a realização de uma ecografia transvaginal ou exame de sangue.

HPV

Umas das doenças mais sérias que as mulheres podem contrair é o HPV, ou como também é conhecido, o papiloma vírus humano, que é uma DST, ou seja, é transmissível por meio do sexo e pode acabar, se não for tratada no tempo certo e com os medicamentos corretos, trazendo um câncer de colo do útero para as mulheres.

Assim, ter relações sexuais protegidas é de suma importância para se prevenir desta doença. Não deixe de fazer também seus exames ginecológicos anualmente.

Osteoporose

Por fim, uma quinta doença comum em mulheres, é a osteoporose, que é a má formação de cálcio nos ossos, o que pode causar a sua quebra com facilidade e contusões fortes. Para evitar esse tipo de situação, tenha uma alimentação saudável, rica em nutrientes, ingerindo alimentos ricos em cálcio.

Tatuagem Inspirada na Natureza é Tendência Em Semana de Moda de Milão

Não é de hoje que as tatuagens femininas vem fazendo cada vez mais a cabeça de todos.

Se antes eram vistos como algum tipo de marginalidade, como mulheres que usam corte de cabelo curto hoje em dia elas são vistas como um item de moda, tendência e até mesmo como uma forma de manifestação.

Amazônia na Semana de Moda e Tatuagens

Com todos esses problemas que tem um cupido na Amazônia referente a desmatamento, as tatuagens temporárias homenageando a natureza foram a tendência mais marcante da última semana de moda que aconteceu em Milão na Europa com as mais diversas marcas se manifestando o tema principal era o combate as técnicas ilegais de extração de árvore principalmente na Amazônia brasileira onde, não há a mínima fiscalização.Modelos Californianas lideraram as reivindicações.

Diversas plantas da nossa Flora foram homenageados principalmente pela Natura Pedidos Online dentre o pau-brasil, comigo ninguém pode, espada de São Jorge, cerejeira, aroeira, goiabeira, mangueira, amendoeira, castanheira, dentre muitas outras.

Na plateia, alguns brasileiros famosos como estilistas imprensa, digital influencers e modelos disseram ter ficado muito emocionado com a homenagem.

Alguns relataram que não somente a manifestação ocorreu através das tatuagens mas também através de looks de marcas famosas como por exemplo Dolce Gabbana, Gucci, Dior, Chanel, Versace, Victoria Beckham, Gucci, Yves Saint Laurent, Miu Miu, Louis Vuitton, Balenciaga, Louboutin, dentre outras.

Tatuagens Com Glitter e Roupas de Árvore

Não é à toa que a cor do ano foi verde, o famoso Grenery escolhida pela pantone.

As tatuagens eram super bem elaboradas com muita cor, glitter, esculpidas por tatuadores talentosíssimos e famosos entre as celebridades.

Os vestidos de árvore ficarão por conta das marcas mais usadas como por exemplo a Dolce Gabbana modelos que pareciam árvores humanas, criticado por muitos que consideraram as peças de mau gosto mas Valeu a intenção chamar atenção Para uma causa tão nobre quanto o fim do desmatamento.

Algumas marcas como Miu Miu Balenciaga preferiram deixar suas modelos apenas inspirada no tema com muitos vestidos no tom verde além das belas tatuagens.

Vale ressaltar que a maquiagem das modelos também estava adequada ao tema. Além de tudo boa parte do valor dos ingressos foi revertida para auxiliar no combate ao desmatamento no mundo inteiro.

As Poderosas das Finanças: Algumas Historias Motivadoras

Ser poderosa é mais do que ter um nome limpo, um cartão de crédito marisa com poder de comprar o que quiser, não estar listada em empresas de crédito quando alguém consultar cpf online, ou ter uma mansão dos sonhos.

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta semana a indicação de Janet Yellen para presidir o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.

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Com isso, um dos principais sistemas financeiros do mundo está nas mãos de uma mulher.

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Embora não seja a primeira a se destacar, Yellen torna-se uma figura bastante poderosa em uma área ainda comandada pelos homens. Segundo levantamento do jornal francês La Tribune, apenas 15 dos 184 bancos centrais são liderados por mulheres – entre as economias de maior relevância internacional, apenas Rússia, África do Sul e Argentina.

Na Europa, são as francesas que mais ganham espaço nas finanças, mais visivelmente com Christine Lagarde à frente do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Desde a virada do ano, Danièle Nouy é responsável pelo novo mecanismo de supervisão do Banco Central Europeu (BCE), órgão que vai unificar a supervisão bancária na zona do euro. A desafiante tarefa não é novidade para Nouy, que desde 2003 era autoridade regulatória no banco central francês. Sua escolha também foi uma vitória feminina: ela é a única mulher no conselho executivo do BCE.

O que elas têm em comum?

Janet Yellen atua no Fed desde a década de 1970, e Danièle Nouy dedicou quatro décadas ao Banque de France.

As longas carreiras lhes deram o conhecimento – e o reconhecimento – necessário para galgar altos postos nos bancos centrais de seus países. Nouy traz o sistema no sangue: seu pai era agente bancário.

Poderosas do setor privado

Embora algumas carreiras ainda sejam pautadas pela força política, como a de Christine Lagarde, a grande experiência no segmento financeiro tem sido a principal escada para as mulheres que alcançam o topo das empresas. Beth Mooney, CEO do Keycorp, foi a primeira mulher a alcançar a liderança de um banco entre os top 20 dos Estados Unidos e está entre as mulheres mais poderosas do mundo.

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Ela iniciou sua carreira como secretária e em 1979 entrou para o setor bancário, ocupando cargos em diferentes corporações.

Outra pioneira é a sul-africana Gail Kelly, que dirige o Westpac, segundo maior banco da Austrália. Depois de trinta anos de carreira no setor, em 2010 Kelly anunciou que levaria as mulheres a ocuparem 40% dos cargos gerenciais do Westpac – meta atingida já no início de 2012.

No norte-americano JPMorgan a força feminina também chama a atenção: quatro das 25 mulheres mais poderosas de Wall Street, segundo a Business Insider, fazem parte da companhia. Entre elas, Mary Callahan Erdoes, que desde 2009 dirige a JPMorgan Asset Management e faz parte da linha de sucessão para liderar a corporação.“As Poderosas das Finanças: Algumas Historias Motivadoras”