As Poderosas das Finanças: Algumas Historias Motivadoras

Ser poderosa é mais do que ter um nome limpo, poder de comprar o que quiser, não estar listada em empresas de crédito quando alguém consultar cpf online, ou ter uma mansão dos sonhos.

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta semana a indicação de Janet Yellen para presidir o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.

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Com isso, um dos principais sistemas financeiros do mundo está nas mãos de uma mulher.

Embora não seja a primeira a se destacar, Yellen torna-se uma figura bastante poderosa em uma área ainda comandada pelos homens. Segundo levantamento do jornal francês La Tribune, apenas 15 dos 184 bancos centrais são liderados por mulheres – entre as economias de maior relevância internacional, apenas Rússia, África do Sul e Argentina.

Na Europa, são as francesas que mais ganham espaço nas finanças, mais visivelmente com Christine Lagarde à frente do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Desde a virada do ano, Danièle Nouy é responsável pelo novo mecanismo de supervisão do Banco Central Europeu (BCE), órgão que vai unificar a supervisão bancária na zona do euro. A desafiante tarefa não é novidade para Nouy, que desde 2003 era autoridade regulatória no banco central francês. Sua escolha também foi uma vitória feminina: ela é a única mulher no conselho executivo do BCE.

O que elas têm em comum?

Janet Yellen atua no Fed desde a década de 1970, e Danièle Nouy dedicou quatro décadas ao Banque de France.

As longas carreiras lhes deram o conhecimento – e o reconhecimento – necessário para galgar altos postos nos bancos centrais de seus países. Nouy traz o sistema no sangue: seu pai era agente bancário.

Poderosas do setor privado

Embora algumas carreiras ainda sejam pautadas pela força política, como a de Christine Lagarde, a grande experiência no segmento financeiro tem sido a principal escada para as mulheres que alcançam o topo das empresas. Beth Mooney, CEO do Keycorp, foi a primeira mulher a alcançar a liderança de um banco entre os top 20 dos Estados Unidos e está entre as mulheres mais poderosas do mundo.

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Ela iniciou sua carreira como secretária e em 1979 entrou para o setor bancário, ocupando cargos em diferentes corporações.

Outra pioneira é a sul-africana Gail Kelly, que dirige o Westpac, segundo maior banco da Austrália. Depois de trinta anos de carreira no setor, em 2010 Kelly anunciou que levaria as mulheres a ocuparem 40% dos cargos gerenciais do Westpac – meta atingida já no início de 2012.

No norte-americano JPMorgan a força feminina também chama a atenção: quatro das 25 mulheres mais poderosas de Wall Street, segundo a Business Insider, fazem parte da companhia. Entre elas, Mary Callahan Erdoes, que desde 2009 dirige a JPMorgan Asset Management e faz parte da linha de sucessão para liderar a corporação.

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